+ 1 Brasileiro... que não desiste nunca!
- Tem certeza?

Afiado por: Bonequinho de Luxo

Amélie Poulain, ainda sem seu fabuloso destino, mas com seus amores e desamores, ora meio cheios, ora meio vazios e geralmente com muito pouco sentido. Apesar de assistir a vida, na maior parte do tempo, apenas como um voyeur ainda tem seus encantos e uma pitada de maldade no coração para inserir algo como “Teoria do Caos” na vida alheia. Adora o romantismo, apesar de acreditar que isso não é pra ela... E conta aqui algum de seus casos e acasos.

Bonequinha de Luxo... Como toda mulher: uma sonhadora, que esperava encontrar em cada um dos homens que passaram pela sua vida, seu "Príncipe Encantado". Adaptava-se a cada um deles, moldava sua personalidade, seus gostos, sua forma de vestir... tudo para agradar! Era mãe e mulher, amiga e irmã. Pau pra toda obra. De cada um deles não ganhou muito. Noites de amor. Orgasmos fingidos (além dos que teve por conta própria). Migalhas de carinho e talvez, um pouco de felicidade! Hoje, junto com sua coleção de chifres (que quase ocupam toda sua cabeça) continua sua caminhada na noite fria ou no dia quente, ainda à procura do "Princípe Encantado"!

Sidney Bristow, sempre teve uma vida simples e tranqüila, apesar de seus relacionamentos tempestuosos. Conheceu dezenas de homens (solteiros, casados, separados, divorciados, aspirantes a gays, psicopatas em potencial, etc.) que sempre escondiam suas verdadeiras faces e intenções, e, mesmo quando estes apresentavam dupla personalidade, ambas eram falsas. Assim, decidiu que também seria uma agente dupla. Quando resolveu se casar o fez em poucos meses, e em pouco tempo estava grávida. Pensou que finalmente deixaria as aventuras de lado para se dedicar à sua nova casa e família. Tornou-se então, uma agente tripla – Mãe, Mulher e Profissional. Como sempre foi workhollic, deixou espaço aberto para que o “homem de sua vida” contratasse outras profissionais que invariavelmente invadiam sua casa em suas ausências. Voltou, então, a ser “agente dupla” pra descobrir as “puladas de cerca” de seu (EX)marido. Hoje, está partindo para uma nova vida, mas como de costume continua mantendo em segredo a sua identidade. Ironicamente, assim fica mais divertido contar as histórias VERDADEIRAS.

Afiado por: Bonequinho de Luxo
Queridas(os) leitoras(es) (as mulheres aqui vêm em primeiro lugar),
Depois de "secar" uma garrafa de vinho, permito-me enviar a vocês uma música, nada convencional, mas que diz tudo!
(... Algumas pessoas quando bebem, conseguem expor melhor os sentimentos!)
Na verdade quem canta esta música, no filme SHREK 2, é a Fada Madrinha. E a mensagem para vocês é que apesar de vivermos neste mundo frio, precisamos ainda acreditar nos Príncipes, sejam eles Encantados, Amigos, Vizinhos, Sapos, Ogros e quem mais nos seja permitido... (Só não vale galinha e mal caráter, OK?)


Lembram-se da expressão “alinhar expectativas”?
Já escrevi brevemente sobre isso, em Dicas, certa vez. Mas, foi apenas uma dica...
Que tal olharmos o problema, ou melhor, a situação de forma (um pouquinho mais) abrangente?
Primeiro, precisamos conceituar...
“Alinhar expectativas é abrir o jogo logo no início de qualquer tipo de relacionamento e expor as verdadeiras intenções e desejos, a fim de evitar possíveis frustrações com relação às expectativas um do outro, futuramente. Todos os envolvidos (não necessariamente apenas um casal) devem estar de acordo com o que for definido.”
Cada um tem um tipo de expectativa... Citemos alguns:
1. Há os que mostram que querem se apaixonar e viver um amor louco, sem se preocupar se será efêmero ou não;
2. Há os que querem se apaixonar e viver um amor tranquilo, duradouro e com os pés no chão para compartilhar a vida, o cachorro, a churrasqueira e os filhos;
3. Há os que não alinham nada, apenas deixam “rolar”;
4. Há os que buscam alguém para ir ao teatro, ao cinema, à pizza, para tomar vinho e compartilhar cultura, conhecimento, com ou sem amor;
5. Há os que buscam algo ainda mais racional, que não envolve amor, mas envolve conforto e estabilidade em todos os sentidos;
6. Há os que buscam romance, lareira, luz de velas, mimos e muito amor;
7. Há os que buscam apenas sexo e diversão;
8. Há os que buscam sexo com possibilidade de envolvimento - se o sexo for muito bom – e com uma dose de romantismo mesmo quando um dos dois for bem comprometido;
9. Há os que não sabem o que buscam, ou simplesmente não buscam nada, e, estão abertos a infinitas possibilidades;
10. Há os que buscam sexo, cinema, teatro, pizza, diversão, lareira, mais sexo, um pouco de loucura, um pouco de razão, vinho e um pouco mais de sexo, mas não (buscaram) buscam, apenas (deixaram) deixam acontecer.
Simples, não é?
Na verdade, seria simples se a gente também fosse! Contudo, somos complexos e esta complexidade torna difícil para algumas pessoas viver algo que deveria ser muitíssimo “light”, pela simples lógica, “eu sei o que você quer, você sabe o que eu quero e sejamos felizes!” já que a proposta é essa!
Atualmente acontece na vida de uma grande amiga uma relação destas (algo do tipo 8), e na minha vida também (acho que algo do tipo 10), e posso dizer exatamente quais são as suas delícias - e suas torturas – acompanhando nosso dia a dia e os dois tipos de relação. Digamos que seja uma boa ilustração.
As delícias...
Creio que a imprevisibilidade seja o traço mais marcante – e excitante – dos dois tipos de acordo. Ou seja, não há rotina, “mesmice”, a gente pode fantasiar “viajar” e fazer coisas não convencionais - e convencionais também. Somos livres para escolher e viver o que desejamos. Ficamos à margem da normalidade, fugimos do rebanho que troca presentes em “Valentine´s Day”. [risos] E se houver troca de presentes [sobretudo para o tipo 8] um dos dois (ou ambos) não poderá levar o presente pra casa.
Além disso, a sensação de não estar envolvido emocionalmente é confortável, pois nos faz sentir “blindados” contra possíveis angústias e sofrimentos oriundos do conjunto de lindas (e nem tão lindas) emoções que compõe o que chamamos de amor.
Não há a obrigação do “Eu Te Amo” ao final da ligação, quando estamos preocupados com a fatura do cartão de crédito e desligamos o telefone sem dizê-lo. Assim, não somos taxados de “frios” ou acusados injustamente de não sentir tesão quando estamos cansados demais para o sexo. Aliás, o sexo passa a ser casual e acontece quando ambos têm suas necessidades e compromissos individuais atendidos. [Principalmente o tipo 10]
Os “espaços” são mais respeitados, já que alinhamos limites, antes de tudo, e por este motivo ficamos a vontade para falar sobre nossos fantasmas sem temer críticas ou rejeições.
Mas, de fato, nada é perfeito... (Ainda assim, o número de delícias é maior que o de torturas, pensando bem!)
As torturas...
Em primeiro lugar, definitivamente não somos organismos cibernéticos autônomos. [risos] Quando existe química então, é preciso muito autocontrole para não desejar fazer sexo ou ter pelo menos algum tipo de contato físico todos os dias. Ou seja, invariavelmente desejamos tudo isso, mas não existe freqüência na casualidade, lembram? Desta forma, sufocamos o tesão.
Uma vez definidos os limites, passa a existir uma preocupação em não ultrapassá-los. Então, perdemos parte da espontaneidade e ficamos inseguros em abordar o outro - should I stay or should I go? - e parecer invasivos (tarados) principalmente quando não há reciprocidade, ou pelo menos quando não a percebemos. E mais uma vez, sufocamos o tesão.
Além disso, mesmo nas relações não convencionais, precisamos de sinais, de referências para nos guiar e medir o interesse do outro... Sem isso, estabelece-se a confusão mental.
Cada pessoa tem um jeito de agir. É compreensível e não podemos esperar dos outros o mesmo comportamento que temos. Mas é justamente aí que conseguimos decidir se a química é forte suficiente para suportar as diferenças de ritmo.
Depois disso, fica mais fácil perceber se um abismo irá ou não se abrir sob os nossos pés... Certamente, uma vez aberto, só nos resta olhar impotentes enquanto a “relação” despenca abismo abaixo. [risos]
Se um dos envolvidos for comprometido então, temos outro fator limitante para o sexo, pois sempre será necessário planejar com antecedência e aí a casualidade dará lugar para a expectativa e ansiedade.
Quando nos sentimos confusos e sem saber ao certo como agir, pode ser um sinal de que começamos a nos perder em nossas próprias convicções, e, que podemos estar lidando com algo complexo demais de forma simples demais. No entanto, não é incomum subestimarmos certas possibilidades ou superestimarmos a nossa capacidade de dominá-las.
Ainda assim, podemos afirmar que “alinhar expectativas” é sempre válido, necessário e delicioso!
Mas como disse no início, haverá sempre a imprevisibilidade e no meio do caminho, alguns conceitos podem mudar. Desta forma, sejamos honestos com nós e com o que estamos sentindo, independente do tipo de relação ou da fase em que ela se encontre - e se não estiver confortável, já está resolvido!
Em suma, uma hora você está apenas molhando os pezinhos, e logo depois enfrentando um tsunami.
Afiado por S. Bristow

Depois de assistir TRANSFORMERS, e conhecendo melhor os personagens (nao torçam o nariz, o filme é legal e garante a diversão!) cheguei a uma conclusão:
Queridos...
Quando sair para jantar, almoçar, tomar chá da tarde, etc., com um homem, e, se no meio da conversa você descobrir que se trata de chato e não conseguir dizer isso - nem sair correndo...© Blogger template Fishing by Ourblogtemplates.com 2008
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